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De olho na alimentação

Os alimentos funcionais, quando associados a uma rotina saudável e equilibrada, promovem a qualidade de vida e trazem inúmeros benefícios à saúde

 

Atualmente, muito se fala em alimentação funcional. A rotina atribulada e a busca por uma vida mais saudável são fatores que influenciam na escolha por novas atitudes, contribuindo de maneira eficaz e gerando impacto em todos os âmbitos da vida. Com o acesso às redes sociais, muito se tem falado sobre práticas saudáveis, novidades que acabam entrando no gosto da maioria dos usuários, disseminando um novo estilo de vida. É o caso da alimentação funcional. Embora os perfis, principalmente no Instagram, revelem dicas e sugestões para quem procura informações sobre o assunto, é sempre importante lembrar que a opinião de um profissional é fundamental.

Conforme explica a nutricionista Antonia Cunha, especialista no tema, uma alimentação funcional é baseada em alimentos ou ingredientes que, além de suas funções nutricionais básicas, geram efeitos metabólicos ou fisiológicos e benefícios à saúde. “O consumo desses alimentos é fundamental para auxiliar na redução do risco de desenvolvimento de diversas doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer, mas sempre associados a uma alimentação e a um estilo de vida saudáveis e equilibrados”, diz Antonia. Além disso, muitos desses alimentos também podem contribuir com mais energia e disposição para o dia a dia.

Entre as opções de alimentos, a profissional cita fontes de fibra, fitoesteróis, probióticos (microrganismos que contribuem para o equilíbrio do trato gastrointestinal), ácidos graxos ômega 3 e também a quitosana, o psyllium e os produtos com proteína de soja. Todos eles possuem, cada um com sua característica, atividades antioxidantes, antitumoral e auxiliam na redução dos riscos de doenças cardiovasculares, câncer, catarata e degeneração macular, por exemplo. Em alimentos como peixes, linhaça, aveia, frutas e vegetais avermelhados, a nutricionista também ressalta a presença de compostos bioativos anti-inflamatórios.

Enquanto a nutrição clássica tem foco voltado, geralmente, à saúde coletiva, estabelecendo recomendações gerais que visam à saúde coletiva, a nutrição funcional, conforme explica Antonia, volta-se à interação entre todos os sistemas do corpo, relacionando bioquímica, fisiologia e até mesmo os aspectos cognitivos e emocionais de uma pessoa.

Dessa forma, é possível, inclusive, detectar a carência ou o excesso de determinados nutrientes de maneira individual. Por isso, as necessidades diárias desses alimentos podem variar para cada pessoa, considerando fatores como idade, estatura, peso, sexo, estado nutricional e fisiológico. “A aveia, por exemplo, é um alimento funcional, pois possui um nutriente saudável (as fibras), mas nem por isso deve-se consumi-la acima de suas necessidades”, explica.

 

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